Modelo de remuneração fee-based

Operamos assim desde 2020, quando a maioria ainda discutia se o modelo fazia sentido.

Modelo de remuneração fee-based

Operamos assim desde 2020. Foi a formalização da nossa conduta.

Uma taxa, sem comissão por produto

No modelo fee-based, a remuneração vem do serviço prestado, não dos produtos indicados.

O que é bom para o seu patrimônio é o que a gente recomenda. Simples assim.

Isso significa uma coisa: não ganhamos mais por indicar um investimento ou outro. 

Na Moinhos Investimentos, você paga pela proximidade, por um Comitê que se reúne semanalmente para analisar produtos e mercado, e por especialistas que já atravessaram diversas crises.

A taxa é proporcional ao que você tem investido, porque nosso interesse e o seu apontam para o mesmo lugar: crescer juntos.

Como funciona na
Moinhos Investimentos

Sem giro
desnecessário

Não ganhamos mais se você movimenta mais dinheiro. A estabilidade da carteira é o resultado de processos fundamentados.

Sem produto
da moda

Já recusamos produtos que performavam bem no início, por entender que não durariam. São quase 20 anos de método. Nossa experiência sustenta cada decisão.

Sem urgência
fabricada

Não trabalhamos sob pressão e não criamos pressão. Oferecemos contexto: o raciocínio por trás de cada decisão, antes e depois de tomá-la.

A mentalidade
veio antes do modelo

Hoje, fee-based virou tendência no mercado. Para nós, é o passado: o modelo apenas formalizou a forma como sempre atuamos.

Nunca recomendamos o que não investimos. Nunca fomos orientados por volume de produto. A adoção formal do modelo fee-based em 2020 não foi uma virada, foi a formalização de uma conduta.

Uma atuação que preza pela proximidade, onde o relacionamento é o nosso maior ativo.

O que as pesquisas mostram

O impacto de custos e de comportamento, comparando fee-based e comissionamento.

O que o mundo já
decidiu sobre comissão

Reino Unido, Austrália e Holanda proibiram o modelo de comissão em assessoria de investimentos. Nos EUA, 72% da receita já vem de taxa baseada em patrimônio. A projeção é 77,6% até 2026. O argumento é a falta de alinhamento de interesses entre assessor e cliente.

FCA, RDR Review, 2013; ASIC, FOFA, 2013; AFM, Provisieverbod, 2014; Cerulli Associates, The Cerulli Edge — Americas AWM Edition, março de 2025.

O custo que não
aparece no extrato

No modelo comissionado, a remuneração está embutida nas taxas do produto. Por isso, dois fundos parecidos podem ter custos muito diferentes, e a diferença reduz, em silêncio, o que fica para você. A Morningstar mediu quase 4 pontos percentuais ao ano entre os fundos mais caros e os mais baratos. Em 10 anos, muda o tamanho do patrimônio.

Morningstar, Mind the Gap 2024, Amy C. Arnott e Jeffrey Ptak,
agosto de 2024.

O maior inimigo do investidor é o próprio investidor

Quando o mercado cai, a reação é vender. Quando sobe, é entrar com tudo. As duas decisões costumam acontecer na hora errada. A Vanguard calculou que um acompanhamento bem feito, que segura o plano nos momentos de pressão, vale até 3% ao ano em retorno líquido.

Vanguard, Putting a Value on Your Value: Quantifying Vanguard
Advisor’s Alpha, 2022.

O gap que o
comportamento cria

Em 2024, o mercado americano subiu 25%. O investidor médio ganhou 16%. A diferença não foi por falta de bons fundos disponíveis, foi por entrar e sair nos momentos errados. Comportamento consome retorno de forma tão consistente quanto taxa

DALBAR, Quantitative Analysis of Investor Behavior (QAIB), 2025.

Benefícios operacionais do modelo

Em função do modelo fee-based, parte das taxas cobradas pelos produtos financeiros é devolvida na forma de créditos. Isso não é o argumento central, é uma consequência operacional.

Arthur Zart

Assessor de Investimentos orientado a processos. Certificado pela ANCORD e como auditor interno ISO 9001:2015.

Rafael Kollet

Sócio, psicólogo pela PUCRS e MBA em Negociação e Resultados de Alta Performance. Possui mais de 15 anos de experiência em gestão de pessoas, desenvolvimento de lideranças, estratégia empresarial e geração de resultado.

Hyago Scienza

Assessor de investimentos há mais de 12 anos, economista, une rigor analítico e acompanhamento próximo para sustentar cada decisão da carteira do cliente.

Guilherme Fiad

Assessor de investimentos certificado ANCORD, reúne formação em Direito e tecnologia com foco em acompanhamento próximo do planejamento financeiro e linguagem descomplicada.

Aderson Gegler, Ph.D.

Fundador e Co-CEO da Moinhos Investimentos, idealizador do Comitê de Estratégia. PhD em Sistemas Quantitativos pela PUCRS e Universität Salzburg, Mestre em Ciências pela UFRGS e MBA em Gestão pela FGV. Foi professor universitário de graduação e pós-graduação, com centenas de alunos formados em finanças comportamentais e mercado financeiro. Atua na área há mais de 20 anos.

Ezequiel Karling

Co-CEO da Moinhos Investimentos, à frente das operações. Economista pela PUCRS, com certificações CPA-20, ANCORD, FBB 100 e PQO Bovespa. Atua no mercado financeiro há 19 anos.

Cassius Zenon da Silva

Advogado e contador, atua na área do direito tributário e das estruturações societárias com ênfase em M&A, sucessões e internacionalização de investimentos. Atuante no Zavagna Gralha Advogados Associados, sócio advogado do Zenon & Becker Advogados, sócio do Keep Gestão Contábil, sócio do Sólido Estrutura de Negócios e sócio da Moinhos Investimentos.

Antônio da Luz

Economista, Mestre e Doutor em Economia (UFRGS e PUC-RS), atua como Economista-Chefe do Sistema Farsul e é CEO da Agromoney. Consultado pelo Banco Central para o Relatório Focus, foi eleito Economista do Ano pelo Corecon-RS (2017) e agraciado com a Medalha Assis Brasil (2019) e o Troféu O Semeador (2024).

Alexandre Engel

Assessor de Investimentos. Engenheiro Industrial com trajetória no mercado imobiliário antes da assessoria.

Alexandre Augusto Schmitt

Assessor de Investimentos. Graduado em Ciências Econômicas e empreendedor no ramo de indústria de alimentos.

Bruno Giordani Lampert dos Santos

Assessor de Investimentos. Acadêmico de Ciências Econômicas pela PUC-RS. Certificado pela ANCORD.

Diego Hailliot Duarte

Assessor de Investimentos com 23 anos de mercado financeiro e bancário. Administrador pela UFRGS, com pós-graduação em Controladoria e Finanças. Certificações: CPA-10, ANCORD, FBB 100.

Eduardo Dillenburg

Assessor de Investimentos. Acadêmico de Administração. Certificações: ANCORD, FBB 100.

Iuri da Silva

Assessor de Investimentos com 10 anos de mercado. Certificação CEA (ANBIMA).

Ítalo Capelão Brandão

Assessor de Investimentos responsável pela área Pessoa Jurídica da Moinhos Investimentos. Administrador, com experiência prévia em atendimento a empresas. Certificações: ANCORD, CPA-20, FBB 100.

Jefferson Henrique Correa

Assessor de Investimentos com 13 anos de mercado. Mestre e pós-graduado em Administração de Marketing pela UEL, graduado em Administração de Empresas pela FAESO.

Luciano Rosa

Assessor de Investimentos com mais de 5 anos de mercado financeiro. Acadêmico de Economia, com foco em macroeconomia e análise fundamentalista de ações.

Marco Antonio Guimarães

Assessor de Investimentos. Graduado em Direito e em Economia, pós-graduado em Ciências Políticas e MBA em Finanças. Certificações: ANCORD, FBB 100, PQO Backoffice.

Micael Gustavo Krindges

Assessor de Investimentos. Internacionalista pela UNIVATES, com intercâmbio em International Business na FH Vorarlberg (Áustria) e pós-graduação em Finanças, Investimentos e Banking pela PUC-RS. Certificações: ANCORD, CPA-20, FBB 100.

Ricardo José Denaldi

Assessor de Investimentos. Economista pela USP, pós-graduado em Marketing pela ESPM e MBA em Controladoria e Finanças pela FGV-Brasília. Certificações: CPA-10, ANCORD, CEA (ANBIMA).