Sumário
Em 2026, a Moinhos Investimentos formalizou seu reposicionamento, e esse texto é o manifesto do que nos move desde o primeiro dia, e também do que muda agora na forma como decidimos contar.
Antes de tudo, assista ao manifesto em vídeo
ASSISTA · Aderson Gegler e Ezequiel Karling, Co-CEOs da Moinhos, juntamente aos assessores Jefferson Corrêa e Ricardo Denaldi, explicam o método, o Comitê e por que nem toda oportunidade merece um sim.
Por que esse texto existe
Nos últimos anos, o mercado de assessoria de investimentos no Brasil mudou de forma acelerada: a Resolução CVM 178/23 reorganizou as regras do jogo, o modelo fee-based deixou de ser exceção e virou pauta recorrente, e centenas de escritórios passaram a usar, ao mesmo tempo, palavras parecidas para falar de coisas muito diferentes.
Diante de tudo isso, optamos por algo bem mais simples do que parece: tornar público o que sempre fizemos dentro do nosso escritório, sem reinvenções nem narrativas costuradas para o momento.
Esse texto é a forma escrita desse movimento, e ele não tem nada de campanha. É só o registro daquilo que já guiava cada conversa, cada reunião de comitê e cada recomendação que sai do nosso escritório há 18 anos, agora colocado em palavras que qualquer pessoa pode ler antes de decidir conversar com a gente.
Se você chegou até aqui buscando entender o que é a Moinhos Investimentos, como funciona uma assessoria fee-based em Porto Alegre, ou por que existem diferentes modelos de remuneração em assessoria no Brasil, esse é o lugar certo para começar.
O que é a Moinhos Investimentos
A Moinhos Investimentos é uma assessoria de investimentos credenciada à XP Investimentos, com sedes em Porto Alegre e Lajeado, no Rio Grande do Sul, que foi fundada em 2008, bem no início da pior crise financeira global em décadas, e teve a honra de ser o primeiro escritório credenciado à XP no estado.
Atendemos pessoas físicas e empresas em diferentes faixas de serviço, que vão de R$ 300 mil a patrimônios acima de R$ 5 milhões: Exclusive, Signature e Private. O método de decisão é exatamente o mesmo nas três faixas, e o que muda entre elas é a abrangência da estratégia que conseguimos construir junto com o cliente.
Operamos no modelo de remuneração fee-based desde 2020, o que significa, na prática, que somos remunerados por prestar um serviço de assessoria e não por vender produtos: a taxa que cobramos é proporcional ao patrimônio investido e independe completamente do ativo que está dentro da carteira.
Cada recomendação que chega ao cliente passa antes pelo nosso Comitê de Estratégia, um grupo de especialistas que se reúne semanalmente para avaliar, questionar e decidir em conjunto. Por aqui, ninguém decide sozinho.
Nosso propósito: proteger de decisões financeiras erradas disfarçadas de oportunidade
A maioria dos erros em investimento, ao contrário do que muita gente imagina, não vem do mercado em si.
Vem da pressa de quem precisa decidir antes de entender; vem da pressão do assessor que tinha que bater meta naquele mês; vem de uma promessa que parecia boa demais e que, justamente por isso, deveria ter acendido um alerta; vem do conselho dado por quem ganhava mais por vender determinado ativo do que por sustentar, ao longo do tempo, uma decisão verdadeiramente certa para o cliente.
A Moinhos Investimentos existe, antes de qualquer outra coisa, para reduzir essa categoria específica de erro.
Não somos um banco, não somos uma corretora e também não somos um marketplace de produtos financeiros. Somos uma assessoria que se posiciona, deliberadamente, como um filtro de método, de comitê e de fundamento entre o ruído permanente do mercado e o patrimônio do cliente que confia no nosso cuidado.
A pergunta aqui dentro nunca é “quanto isso rende agora?”. A pergunta que fazemos, sempre, é outra: isso expõe a risco o que você construiu? Isso ajuda você a chegar onde quer estar daqui a dez, vinte, trinta anos?
O maior risco não é o mercado. São as más decisões financeiras disfarçadas de oportunidade.
Os quatro pilares do reposicionamento
O reposicionamento que estamos consolidando em 2026 não muda absolutamente nada daquilo que fazemos no dia a dia: ele muda apenas o modo como contamos o que fazemos. Para quem chega agora e, sinceramente, também para quem nos acompanha há anos, vale tornar explícito o que estrutura cada uma das nossas decisões.
1. Curadoria com metodologia própria
Curadoria, para nós, não é uma palavra bonita de catálogo de marketing: é um processo concreto, feito de etapas, critérios e registro.
Na prática, significa rejeitar produtos com critério verificável, aprovar com fundamento documentado e deixar registrado cada um dos passos que levaram àquela conclusão. Aprovamos bem menos do que avaliamos, e avaliamos muito mais do que a maioria das pessoas imagina quando olha de fora.
A infraestrutura por trás de tudo isso é da XP, mas a curadoria (o filtro, os critérios, a decisão final sobre o que entra e o que fica de fora) é inteiramente da Moinhos.
A diferença está justamente no que filtramos antes que qualquer coisa chegue até você. Já recusamos produtos que performavam muito bem nos primeiros meses, já dissemos não a estruturas que pareciam óbvias na hora em que todo mundo estava entrando, e, depois de tudo, não nos arrependemos de uma única vez.
O que fica de fora da sua carteira protege tanto quanto o que entra.
2. Comitê de Estratégia: ninguém decide sozinho
O Comitê de Estratégia é o grupo de especialistas formado por economistas, mestres e doutores, que se reúne semanalmente para debater cada uma das decisões que vão chegar aos clientes, e para documentar o racional que sustenta cada conclusão.
A regra que rege essas reuniões é simples e inegociável: se um único dos membros não está plenamente seguro a respeito de uma recomendação, a decisão para ali mesmo.
Quando um ativo convence todo mundo de imediato, sem resistência nem questionamento, é justamente nesse ponto que começamos a desconfiar. Aprovação fácil costuma ser, na nossa experiência, o primeiro sinal de que algo precisa ser analisado com bem mais cuidado, e foi por isso que construímos o Comitê dessa forma, para garantir que nenhum entusiasmo coletivo passe sem antes ser testado.
O que entra na pauta
Entra na pauta qualquer investimento que está em alta no momento, o histórico de quem criou o fundo, as estruturas novas que prometem retornos diferenciados e tudo o mais que estiver circulando no mercado porque o objetivo, sempre, é que cada um desses temas entre para ser testado, e não para ser automaticamente aprovado.
O que é aprovado
Aprovamos consistentemente menos do que avaliamos, e cada “sim” que damos vem acompanhado de um critério documentado, justamente para que nada passe sem explicação clara do porquê aquela decisão nos convenceu coletivamente.
O que é recusado
Quando dizemos não para um produto ou estrutura, também fazemos questão de explicar por quê, porque aquilo que fica de fora da sua carteira, no fim das contas, te protege tanto quanto aquilo que entra.
3. Modelo fee-based desde 2020
A Moinhos Investimentos opera em fee-based desde 2020, um período em que o modelo ainda era discutido apenas como hipótese pela maior parte do mercado brasileiro de assessoria, bem antes de virar pauta obrigatória.
Por aqui, fee-based não representa o futuro: representa o passado, no sentido de que ele é apenas a formalização contratual de algo que já era a nossa prática diária há anos: não recomendar o que não investimos, não receber a mais por indicar um ativo em vez de outro e ser remunerados pela qualidade do trabalho que entregamos, e não pelo giro da carteira de quem nos contrata.
O modelo importa porque, no fundo, ele resolve um problema bastante estrutural do setor: quando o assessor ganha em função do produto que indica, o interesse dele e o do cliente, por mais boa vontade que exista de ambos os lados, simplesmente não estão apontando para o mesmo lugar.
Não estamos sozinhos nessa leitura, vale dizer: Reino Unido, Austrália e Holanda chegaram à mesma conclusão e proibiram, por lei, o modelo de comissão em assessoria de investimentos; e nos Estados Unidos, mais de 70% da receita de todo o setor já vem hoje de taxa baseada em patrimônio.
Aqui no Brasil, optamos pelo modelo antes que ele virasse exigência regulatória, e continuamos nele agora que se tornou tendência declarada, porque a razão pela qual escolhemos esse caminho, no fim, nunca foi o calendário do mercado.
4. Integridade como valor inegociável
Integridade, dentro da Moinhos Investimentos, nunca foi um adjetivo decorativo de marketing institucional. Na verdade, é o critério prático que orienta cada uma das decisões que tomamos, em todos os níveis da operação.
Na prática diária, isso se traduz em cinco compromissos bastante concretos, e que podemos dizer em voz alta sem precisar de qualificadores:
- Não recomendamos para o cliente aquilo que nós mesmos não investimos.
- Não corremos atrás de toda oportunidade que aparece, andamos apenas quando faz sentido para a história de longo prazo de quem confia em nós.
- Mantemos exatamente a mesma decisão quando estamos falando em público e quando estamos discutindo em privado.
- Quando mudamos algo no caminho, explicamos a razão da mudança em vez de simplesmente seguir adiante.
- Aceitamos o custo das nossas convicções, e podemos dizer com tranquilidade que esse custo já foi pago em mais de uma ocasião ao longo dos 18 anos.
Quando o tema é dinheiro, integridade é uma decisão diária.
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Como decidimos: o método por trás de cada recomendação
A nossa metodologia é fundamentada em diversos estudos científicos e acadêmicos, e foi desenvolvida ao longo dos anos pelo próprio Comitê de Estratégia. Em outras palavras, é uma metodologia construída de dentro para fora, com base em evidência e em experiência de mercado. Por aqui, fazemos ciência, não improviso.
O processo combina, sempre, análise quantitativa com análise qualitativa, porque entendemos que os dados são apenas o ponto de partida para uma boa decisão, e nunca a conclusão definitiva sobre nada.
O que os relatórios mostram
Os relatórios formais revelam, com bastante precisão, a consistência de um ativo em diferentes cenários, o seu comportamento em momentos de crise, os níveis de liquidez disponíveis, a estrutura de custo embutida e o retorno ajustado ao risco, e tudo isso, claro, faz parte da nossa análise inicial.
O que os relatórios não mostram
O que os relatórios silenciam, no entanto, costuma ser tão ou mais importante: se o gestor toma boas decisões quando o mercado está caindo, se o processo descrito no papel é realmente o que a equipe pratica no dia a dia, e se as pessoas que efetivamente geraram aqueles resultados continuam dentro da gestora.
É justamente por isso que nos mantemos próximos das gestoras de investimentos, com reuniões periódicas, leitura atenta das cartas que elas publicam, análise constante de portfólio e debates internos no Comitê, porque existem coisas que simplesmente não aparecem em nenhum relatório, e essas, na nossa experiência, costumam ser as que mais importam na hora de recomendar algo.
A sequência de cada decisão
Cada decisão dentro da Moinhos Investimentos segue uma sequência que é, ao mesmo tempo, simples na descrição e plenamente auditável depois. Qualquer membro pode reabrir o registro e entender exatamente por que algo foi aprovado ou recusado:
- Análise — leitura cuidadosa dos dados, dos relatórios disponíveis e do contexto que cerca o ativo no momento.
- Debate — discussão aberta no Comitê, com vozes que precisam discordar antes que qualquer sim aconteça.
- Revisão — questionamento técnico ponto a ponto, com comparação direta com alternativas que estão na mesma categoria.
- Decisão — sim, não, ou volta para análise mais profunda quando o time entende que ainda falta informação.
- Documentação — registro do racional completo, para que tudo possa ser reaberto e revisitado depois.
- Comunicação ao cliente — explicação em linguagem acessível,no formato que faz mais sentido para cada pessoa.
Como funciona uma assessoria fee-based no Brasil
Como essa é uma das perguntas mais frequentes de quem chega até nós pela primeira vez, vale dedicar um espaço próprio para explicar com clareza, sem atalhos.
No mercado brasileiro de assessoria de investimentos existem, hoje, dois modelos principais de remuneração, e cada um deles cria incentivos bastante diferentes para o profissional que está do outro lado da mesa.
Modelo comissionado
No modelo comissionado, o assessor recebe comissão diretamente das gestoras e das instituições cujos produtos ele indica para o cliente. Essa comissão já está embutida dentro do próprio produto então, na prática, o cliente não paga nada a mais por isso, mas também não consegue enxergar exatamente quanto o assessor está recebendo por cada recomendação que faz. O incentivo financeiro do profissional, nesse formato, está diretamente ligado ao produto vendido.
Modelo fee-based
No modelo fee-based, o cliente paga uma taxa diretamente ao assessor, calculada sobre o patrimônio total que ele tem investido, e o assessor não recebe comissão nenhuma dos produtos que indica. A remuneração não muda em função do ativo escolhido, e o incentivo do profissional, por consequência, passa a estar ligado à permanência do cliente e à qualidade do serviço, e não mais ao giro da carteira.
O que a CVM exige
A Resolução CVM 178/23, que está em vigor desde 2023, exige que todo assessor de investimentos no Brasil informe claramente qual modelo de remuneração adota, detalhe os valores que recebe por produto e entregue ao cliente um extrato trimestral completo de remuneração, e isso vale para qualquer escritório de assessoria, independentemente do tamanho ou do modelo escolhido.
Como funciona na Moinhos
A Moinhos Investimentos opera em fee-based, com uma taxa que pode chegar a até 1,2% ao ano sobre o valor investido, e que varia conforme o escopo do serviço contratado e o perfil de cada investidor. Quanto maior é o patrimônio sob assessoria, menor é o percentual aplicado, e o contrato é claro nesses termos desde a primeira reunião que temos com o cliente.
Parte das taxas internas que os próprios produtos cobram do investidor — taxas de administração, de performance e de distribuição, por exemplo — é estornada de volta para o cliente em forma de crédito direto na conta. Esse repasse, é importante deixar claro, nunca foi o argumento central do nosso modelo: é apenas uma consequência operacional da estrutura, e optamos, naturalmente, por repassar de forma integral.
Se quiser aprofundar especificamente nesse ponto da remuneração, escrevemos uma página dedicada que coloca os dois modelos lado a lado, com tudo que a Resolução CVM 178/23 prevê: Modelos de Remuneração em Assessoria de Investimentos.
O que muda com o reposicionamento de 2026
Para os clientes antigos da casa, é importante deixar claro de saída: absolutamente nada muda no método de análise, no funcionamento do Comitê, no modelo de remuneração ou na forma como tomamos cada decisão de investimento. O que muda, exclusivamente, é a comunicação.
Para os clientes novos, por outro lado, o que estamos fazendo é tornar público, de forma estruturada, o processo que sempre esteve por trás de cada uma das nossas decisões internas.
Algumas das mudanças mais concretas no nosso posicionamento, e que ficam visíveis em todos os canais a partir de 2026, são as seguintes:
- A nova tagline da marca passa a ser “Cuidar é decidir.” — uma frase que resume, em três palavras, o que entendemos por assessoria de investimentos: para nós, cuidar do patrimônio de alguém é sinônimo de decidir de forma fundamentada.
- O Comitê passa a se chamar oficialmente Comitê de Estratégia, no lugar do antigo “Comitê de Alocação” — uma mudança de nome que apenas reflete o que ele de fato faz: define estratégia de longo prazo, e não simplesmente distribui produtos no curto.
- A Carta Mensal ganha uma estrutura editorial fixa, com seções dedicadas a contexto de mercado, decisões aprovadas, decisões recusadas e tudo o que estamos monitorando para os próximos meses.
- Substituímos, de forma sistemática, o jargão genérico que circula no mercado — expressões como “alinhamento de interesses”, “carteira campeã” e “fee fixo” — por uma linguagem que descreve processo e está mais alinhada com os nossos valores.
- Lançamos uma nova arquitetura de conteúdo digital, com blog estruturado, vídeos que explicam o método e presença consistente no LinkedIn e no Instagram.
A intenção por trás de tudo isso, vale dizer, nunca foi parecer diferente do que somos: é deixar visível, para quem ainda não nos conhece, exatamente aquilo que clientes que estão conosco há 10 ou 15 anos já sabem de memória.
Dezoito anos com a mesma visão
A Moinhos Investimentos atravessou a crise de 2008, o processo de impeachment, o Joesley Day em 2017, a greve dos caminhoneiros em 2018, a pandemia de 2020 e tantas outras turbulências ao longo desses 18 anos, e em todas elas seguimos exatamente a mesma diretriz: manter nossa metodologia em funcionamento e preservar os critérios que herdamos do começo.
Lá em 2008, no nosso primeiro ano de operação, fizemos para nós mesmos exatamente a mesma pergunta que continuamos fazendo agora, em 2026: o que esse cenário específico está revelando sobre as estruturas que de fato vão permanecer no longo prazo? Não se trata de coincidência feliz, é metodologia aplicada com disciplina.
Crise não muda a estratégia. Confirma por que ela existe.
Um moinho, afinal, não para de girar quando o vento muda de direção: ele segue girando, dia após dia, sempre na mesma direção que escolheu desde o início. É exatamente assim que trabalhamos por aqui, focados em atravessar estações, ciclos econômicos e até gerações inteiras com coerência e integridade que se mantêm intactas.
Para quem é a Moinhos Investimentos
A Moinhos Investimentos é, antes de tudo, para quem reconhece três coisas como verdadeiras desde o começo da conversa, e é honesto consigo mesmo a respeito delas.
Primeiro: decidir bem importa mais do que decidir rápido
Se você acredita, lá no fundo, que a melhor oportunidade é sempre a próxima que vai aparecer e que a urgência sozinha já é argumento suficiente para investir em alguma coisa, então esse provavelmente não é o lugar certo para você, e tudo bem reconhecer isso de saída.
Segundo: entender o processo importa
Não trabalhamos com pessoas que querem apenas o produto da moda, qualquer que seja ele no momento. Trabalhamos com gente que quer construir patrimônio, que quer crescer o próprio dinheiro em 10, 20 anos. Gente que cansou de não entender o porquê de cada decisão da sua carteira, e preza por uma estratégia que priorize os seus objetivos de vida.
Terceiro: longo prazo é horizonte
O patrimônio que você construiu ao longo da vida merece, no mínimo, o mesmo rigor com que ele foi construído. Quem pensa de fato em décadas, e não em meses, tem muito mais a ganhar com método consistente do que com qualquer sorte pontual.
Atendemos pessoas físicas a partir de R$ 300 mil em patrimônio investível, e também empresas que precisam de uma assessoria integrada para gestão de caixa, capital de giro, operações de câmbio ou processos de M&A, com o mesmo cuidado e o mesmo método em todas as faixas.
Perguntas frequentes
O que é a Moinhos Investimentos?
A Moinhos Investimentos é uma assessoria de investimentos fundada em 2008 e credenciada à XP Investimentos, com sedes em Porto Alegre e Lajeado, que atende pessoas físicas e empresas em todo o Brasil com curadoria baseada em metodologia científica e processo de decisão conduzido pelo Comitê de Estratégia.
O que significa “fee-based” em assessoria de investimentos?
Fee-based é o modelo de remuneração no qual o cliente paga uma taxa direta ao assessor, calculada sobre o patrimônio investido, e o assessor não recebe nenhuma comissão pelos produtos que indica. O modelo separa a remuneração da venda de produtos e elimina o incentivo de recomendar um ativo em detrimento de outro. A Moinhos Investimentos opera em fee-based desde 2020, antes de o modelo virar tendência declarada no mercado brasileiro.
A Moinhos Investimentos é uma corretora?
Não, a Moinhos não é uma corretora. Somos uma assessoria de investimentos credenciada à XP Investimentos, em que a infraestrutura e a tecnologia é a da XP, mas a curadoria, o método de análise e o processo de decisão são, todos eles, inteiramente da Moinhos.
Qual o patrimônio mínimo para ser cliente da Moinhos Investimentos?
Trabalhamos com três faixas de serviço: a faixa Exclusive começa em R$ 300 mil, a faixa Signature atende patrimônios entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões e a faixa Private cuida de patrimônios acima de R$ 5 milhões. O método de decisão é exatamente o mesmo nas três faixas, e o que muda entre elas é a abrangência da estratégia que conseguimos construir junto com o cliente.
O que é o Comitê de Estratégia da Moinhos Investimentos?
O Comitê de Estratégia é o grupo de especialistas, constituído por economistas, mestres e doutores, que se reúne semanalmente para avaliar, debater e decidir sobre cada uma das recomendações que vão chegar até os clientes da casa. A regra que rege as reuniões é direta: se algum membro não está plenamente seguro a respeito de uma decisão, ela para ali mesmo. O Comitê substitui o que antes chamávamos de “Comitê de Alocação”.
Por que a Moinhos mudou de “Comitê de Alocação” para “Comitê de Estratégia”?
Porque o termo “alocação” remete fortemente a produto, enquanto “estratégia” descreve com bem mais precisão aquilo que o grupo de fato faz no dia a dia: analisar cenário, decidir critérios e revisar posicionamento de longo prazo. A mudança de nome, no fim das contas, apenas formaliza uma mudança de escopo que já vinha acontecendo na prática há vários anos.
O que significa “Cuidar é decidir”?
“Cuidar é decidir” é a tagline da Moinhos Investimentos, e ela sintetiza a forma como entendemos o cuidado financeiro, não como simples monitoramento passivo da carteira, mas como decisão fundamentada e contínua, feita em conjunto. Para nós, cuidar do patrimônio de alguém é, antes de tudo, decidir com critério.
A Moinhos Investimentos atende clientes fora do Rio Grande do Sul?
Sim, atendemos clientes em todo o Brasil. As nossas sedes ficam em Porto Alegre e em Lajeado, mas as reuniões podem acontecer tanto de forma presencial quanto remota, conforme a preferência e a localização de cada cliente.
Quais são os valores que orientam a Moinhos Investimentos?
Os seis valores que orientam a casa, e que sustentam tanto cada decisão do Comitê quanto cada recomendação que chega ao cliente, são: integridade para decidir, rigor metodológico, prudência no agir, comprometimento ético, aprimoramento contínuo e inconformismo construtivo.
Conversar é o próximo passo
Se você chegou até aqui e quer entender, na prática e fora do papel, o que muda no dia a dia quando a assessoria é fee-based, como o Comitê de Estratégia toma cada uma das decisões e por que 18 anos de método importam infinitamente mais do que qualquer promessa de rentabilidade, então conversar é, naturalmente, o passo seguinte dessa história.
A nossa primeira reunião não tem custo nenhum, não vem com promessa de produto embutida e definitivamente não tem aquela sensação de urgência fabricada que costuma existir em outros lugares. Ela é, antes de tudo, um diagnóstico honesto do seu momento atual, dos seus objetivos de longo prazo e, principalmente, daquilo que você não quer que aconteça com o patrimônio que construiu.
| Falar com um especialista da Moinhos Preencha o formulário de contato e um dos nossos estrategistas retornará em até um dia útil para agendar a primeira conversa. → Agendar conversa |
Leia também
- Modelos de Remuneração em Assessoria de Investimentos — uma explicação detalhada que compara o fee-based e o comissionado lado a lado, com tudo aquilo que a CVM passou a exigir desde 2023.
- O método do Comitê de Estratégia — como decidimos, na prática, o que entra e o que fica de fora da carteira dos clientes.
- Carta Mensal — o que avaliamos, o que aprovamos e o que recusamos, sempre com o mesmo critério verificável, publicado todos os meses.
| Sobre o autor Comitê de Estratégia Moinhos Investimentos O Comitê de Estratégia é o grupo de especialistas da Moinhos formado por economistas, mestres e doutores, que se reúne semanalmente para avaliar, debater e decidir sobre cada uma das recomendações que vão chegar até os clientes da casa. Além das reuniões internas, o Comitê também publica análises mensais na Carta do Comitê e assina os textos institucionais que aparecem aqui no blog. |
Conteúdo publicado pela Moinhos Investimentos, que não constitui recomendação individual de investimento. Para informações específicas sobre produtos, fale diretamente com um especialista da casa. O disclaimer regulatório completo, conforme exigência da CVM, está disponível no rodapé do site.
Cuidar é decidir.